Na imprensa

TV COM/RBS – Programa Tânia Carvalho de 14/novembro/2008

Entrevista com Kleber Boelter, autor; Prof. Dr. Luciano Jesus, coordenador da Faculdade de Filosofia da PUC-RS; e Marilene Fonseca, psicóloga. Íntegra abaixo:

Deus está morto? Parte 1:  http://www.youtube.com/watch?v=YUEPP1hqbSI

Deus está morto? Parte 2:  http://www.youtube.com/watch?v=MC5q9-zsSGU

Deus está morto? Parte 3:  http://www.youtube.com/watch?v=2J8Z6SU7bfM

Tânia Carvalho, TV COM, 14/novembro/2008:

“Uma grande narrativa”.

Luciano Jesus, Coordenador da Faculdade de Filosofia da PUC/RS, TV COM, 14/novembro/2008:

“Excelente o livro, que eu recomendo vivamente. Li-o num só fôlego. A questão “Deus está morto?” é o ponto de partida para toda uma reflexão sobre valores que o autor desencadeia”.

Marilene Fonseca, Psicóloga, TV COM, 14/novembro/2008:

“Primeiramente gostaria de parabenizar o autor por ter tido a coragem de examinar com mais profundidade uma temática tão importante, tão relevante para nosso cotidiano… Essa discussão é muito oportuna, ou mais do que isso, ela é urgente.”

 

Correio do Povo, Editoria Especial, 11/novembro/2008:

111108-cp4

Jornal O SUL, editoria de notícias, 11/novembro/2008:

“O livro Deus está morto?, de Kleber Boelter, é um dos destaques em lançamento hoje, na Feira do Livro. A obra é uma reflexão crítica sobre os atuais valores da sociedade, corrompidos pela banalização da violência, drogas e intolerância”.

Felipe Vieira, Jornalismo On-Line, 05/novembro/2008:

“O lançamento do livro “Deus está Morto?”, de Kleber Boelter, é um convite à sociedade para trazer ao centro das discussões as profundas transformações de valores morais pelas quais estamos passando – época em que a violência e as drogas têm ocupado o vazio deixado pelos valores tradicionais de anos atrás. Na ficção, o personagem Frederico dá vida a um professor de filosofia que abala uma cidade do interior gaúcho ao propor a discussão sobre as mudanças dos valores morais contemporâneos, tendo como ponto de partida a polêmica questão abordada por Friedrich Nietzsche: Deus está morto? Mal sabia ele que essa provocação intelectual iria gerar uma revolta na cidade e desencadearia uma profunda reflexão de uma comunidade que, aos poucos, como numa nova invasão dos bárbaros, se vê envolvida pela violência, pelo caos e pela perplexidade das vertiginosas mudanças da sociedade pós-moderna.

Segundo Kleber Boelter, o romance não é uma obra sobre filosofia ou religião, mas uma profunda reflexão filosófica, religiosa e social sobre a evolução dos valores sociais, o ponto em que chegamos e para onde estamos caminhando. “O homem-deus passou a se achar no direito de ter seus próprios valores e suas próprias verdades. Cidadãos não respeitam mais a lei. Filhos não respeitam os pais. Políticos não respeitam seus eleitores. Alunos não respeitam professores. A intolerância ressurge. As drogas infiltram-se nos novos espaços, vazios de afeto e de significado. E uma nova onda de violência começa a alastrar-se pelo mundo”, explica Kleber. A obra acena com a oportunidade para pais, filhos, professores e comunidades discutirem sobre os rumos da educação na família e na escola, violência, drogas, respeito, hierarquias e limites. “Temas que são tão caros ao homem e que merecem um diálogo aprofundado”.

Kleber Boelter, escritor e empresário, iniciou sua carreira literária em 2000 quando cursou a Oficina de Criação Literária da pós-graduação de Letras da PUCRS, coordenada pelo escritor Luiz Antonio de Assis Brasil, e após a Oficina Literária coordenada pelo escritor Charles Kieffer. Publicou, em 2002, o romance policial “Peter Bullet em um caso complicado” e, em 2004, a novela juvenil “A luz que guia também pode cegar”. Além disso, também participou, em conjunto com outros autores, das antologias “Contos de Oficina 24”, coordenada por Luiz Antônio de Assis Brasil e “101 que Contam”, coordenada por Charles Kieffer, o patrono da Feira do Livro de 2008. Também possui obras publicadas nos gêneros Marketing Político e História Empresarial. “Deus está Morto?” tem 112 páginas e é um lançamento da WS Editor”.

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